
Formado no Sporting e uma das figuras do FC Porto campeão europeu de 1987, o ex-extremo assume que continua a viver os clássicos entre os dois clubes com um sentimento dividido, marcado pelo peso emocional das duas ligações
“Num clássico nunca há favoritos. Uma equipa pode estar muito bem e perder, outra pode não estar tão bem e ganhar. Quando o árbitro apita, tudo pode acontecer”, salientou.






