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Cláudio Pereira ‘desce’ à II Liga após queixas do Benfica

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O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou, em forma de comunicado emitido através das plataformas  oficiais, a lista completa de juizes para a décima jornada da I Liga, que irá arrancar já na sexta-feira, às 20h15 (hora de Portugal Continental), com o Casa Pia-Sporting.

A partida (que pode sentenciar o futuro de Rui Borges no banco leonino) irá realizar-se no Estádio Municipal de Rio Maior, e será apitada por Miguel Fonseca, da Associação de Futebol do Porto, que terá como assistentes João Martins e André Costa, como quarto árbitro Bruno Vieira, como VAR Manuel Mota e como AVAR Paulo Miranda.

A ronda irá prolongar-se até às 20h15 de segunda-feira, quando o Estádio da Luz vai receber o Benfica-Alverca. Neste caso, o juiz será Bruno Costa, que liderará uma equipa composta pelos assistentes Nélson Pereira Jorge Morte, pelo quarto árbitro José Rodrigues, pelo VAR Luís Ferreira e pelo AVAR João Bessa Silva.

Pelo meio, às 20h30 de sábado, FC Porto e Estoril vão medir forças, no Estádio do Dragão, sob a arbitragem de Miguel Nogueira, da Associação de Futebol de Lisboa. Neste caso, os assistentes serão Paulo Brás e Nuno Pires, o quarto árbitro Vitor Lopes, o VAR João Malheiro Pinto e o AVAR Pedro Sousa.

Cláudio Pereira ‘desce’ à II Liga

Destaque, ainda, para o facto de Cláudio Pereira ter sido nomeado para o Lusitânia Lourosa-Farense, da nona jornada da II Liga (Tiago Costa e Daniel Santos serão os assistentes, José Bessa o quarto árbitro, Tiago Martins o VAR e Carlos Covão o AVAR), depois da polémica derivada do Santa Clara-Benfica, na passada segunda-feira.

Os encarnados, recorde-se, venceram, por 1-2, mas não calaram a revolta perante o cartão vermelho exibido a Jhon Durán, já depois do apito final. Tal como o  desporto ao minuto  noticiou, no relatório, o portuense justificou a decisão com “palavras impercetíveis que ajudaram a propagar o conflito generalizado”.

Uma circunstância que provocou reação imediata por parte da direção liderada por Rui Costa, em forma de comunicado: “Como pode o árbitro atribuir esse efeito a palavras que declara não ter percebido? E como pode sustentar essa versão quando as imagens não mostram qualquer agressividade ou gesto provocatório por parte do jogador do Benfica?”.

“Estamos perante mais um episódio de extraordinária criatividade arbitral, que exige uma investigação rigorosa. Depois do caso de Gustavo Correia, em Famalicão, no qual foi demonstrado que o relatório não correspondia aos factos – e o árbitro mentira deliberadamente -, o Benfica não aceitará que um novo relato manifestamente contrariado pela realidade seja tratado com complacência. Esta nova falsidade tem de ser apurada e sancionada com a gravidade que merece”, pode ler-se.

“O Sport Lisboa e Benfica exige que o Conselho de Disciplina analise este caso com rigor e não volte a assobiar para o lado, sancionando esta conduta injustificável. Exige também que o Conselho de Arbitragem não transforme a repetição de erros graves em prémio através de sucessivas nomeações para jogos da I Liga, como tem acontecido com Gustavo Correia”, completa.

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