
Análise ao Clássico: “Eu concordo que a nossa entrada foi de muito bom nível, claramente dentro do plano que tínhamos traçado e com a identidade e com a coragem que têm sido a marca da nossa equipa desde o começo do campeonato ou do começo da época. Tivemos uma grande oportunidade, alguns momentos perigosos dentro da área do nosso adversário, uma grande oportunidade pelo Prestianni… Uma entrada como nós queríamos: a condicionar muito e bem o FC Porto, a não deixar o FC Porto entrar pelos caminhos por onde normalmente gosta de entrar, e nós sempre muito bem organizados – em bloco médio muitas vezes, muitas vezes em bloco alto a tentar condicionar o FC Porto -, e por isso tomámos conta do jogo. Creio que nos primeiros 20/25 minutos fomos a equipa que tomou conta do jogo. Depois, naturalmente sofremos… Eu tenho que dizer que nós perdemos o jogo e fomos nós que o perdemos. Não querendo desrespeitar ninguém, nós é que perdemos o jogo esta noite, e é nisso que nós temos de trabalhar e é nisso que nós nos temos que focar. Havia alguns aspetos de que nós falámos bastante, que era importante para nós termos o equilíbrio emocional que temos de ter independentemente de provocações, independentemente de ambientes. Temos de ter equilíbrio emocional e por isso eu digo: nós perdemos três pontos e nós perdemos o jogo.”
Reação após intervalo dá golo mas mata resultado: “Nós estávamos a perder e nós falámos. Muitas vezes, quando se está a perder com dez, não soa muito bem, mas era importante para nós não sofrermos mais golos na segunda parte. Era fundamental. Eu sabia – e disse aos jogadores ao intervalo – que nós íamos marcar, que nós íamos criar. E nós criámos: não só a oportunidade em que fizemos golo, mas criámos mesmo na segunda parte, mesmo com dez. Agora, nós temos é que ser mais maduros. Acabámos de marcar um golo, estamos com posse naquele momento… No momento antes do golo que concedemos, estamos com posse, o FC Porto nem pressionava, o FC Porto não nos conseguia pressionar mesmo com dez, e nós acabámos mesmo… os nossos centrais sem oposição praticamente fazemos uma variação do centro de jogo que não faz muito sentido para nós fazer naquele momento. Temos é que acalmar o jogo, ter a capacidade de acalmar o jogo. E todos estes pequenos detalhes, em alguns momentos a forma como defendemos também a área, são momentos em que nós temos de crescer e temos de ganhar a maturidade suficiente para seguir o caminho que temos de seguir e sermos cada vez mais fortes. Porque perdemos… nós perdemos o jogo esta noite. Mas temos que reagir forte. Infelizmente para nós e para os nossos adeptos, vem uma paragem longa. Já sei qual vai ser a narrativa, mas nós estamos muito focados. Estamos focados, agradecer-lhes o apoio não só esta noite, agradecer-lhes o apoio quer ontem no hotel, quer à saída do hotel hoje também. E precisamos deles, precisamos deles juntos. Vai ser… vão ser duas semanas e meia duras para eles, eu sei, como vão ser para nós, mas nós estamos cá e bem vivos.”
Arbitragem e resposta a Farioli: “Foi? Não, não houve nada, zero. Não tenho opinião. Acho que o clube, se quiser falar, o clube é que deve falar. Tenho de me concentrar naquilo que é importante para nós e para a equipa. Mas se o míster Farioli disse que não há coisas estranhas, há que acreditar.”
Contas do campeonato e desvantagem para o FC Porto: “Vai exigir aquilo que eu disse há pouco: crescermos. Estamos num processo de crescimento, temos de ganhar. Não andamos aqui a dizer que é só para crescer: estamos aqui para ganhar, estamos aqui com objetivos claros a nível interno e a nível internacional, e esse é o nosso objetivo. As narrativas que irão ser criadas não são problema para nós. Nós não as controlamos e não queremos isso. Analisem: analisem o jogo, analisem a época até agora, analisem os cinco pontos atrás – não há problema absolutamente nenhum. Nós temos de nos focar nós, os nossos adeptos. É importante que também se foquem naquilo que é importante para nós. Importam-me a mim as coisas que temos de melhorar. As outras coisas que não controlamos, que vão ser essas narrativas todas e tudo o que aconteceu no jogo aqui, nós não… não vale a pena falarmos.”
Reação após intervalo dá golo mas mata resultado: “Nós estávamos a perder e nós falámos. Muitas vezes, quando se está a perder com dez, não soa muito bem, mas era importante para nós não sofrermos mais golos na segunda parte. Era fundamental. Eu sabia – e disse aos jogadores ao intervalo – que nós íamos marcar, que nós íamos criar. E nós criámos: não só a oportunidade em que fizemos golo, mas criámos mesmo na segunda parte, mesmo com dez. Agora, nós temos é que ser mais maduros. Acabámos de marcar um golo, estamos com posse naquele momento… No momento antes do golo que concedemos, estamos com posse, o FC Porto nem pressionava, o FC Porto não nos conseguia pressionar mesmo com dez, e nós acabámos mesmo… os nossos centrais sem oposição praticamente fazemos uma variação do centro de jogo que não faz muito sentido para nós fazer naquele momento. Temos é que acalmar o jogo, ter a capacidade de acalmar o jogo. E todos estes pequenos detalhes, em alguns momentos a forma como defendemos também a área, são momentos em que nós temos de crescer e temos de ganhar a maturidade suficiente para seguir o caminho que temos de seguir e sermos cada vez mais fortes. Porque perdemos… nós perdemos o jogo esta noite. Mas temos que reagir forte. Infelizmente para nós e para os nossos adeptos, vem uma paragem longa. Já sei qual vai ser a narrativa, mas nós estamos muito focados. Estamos focados, agradecer-lhes o apoio não só esta noite, agradecer-lhes o apoio quer ontem no hotel, quer à saída do hotel hoje também. E precisamos deles, precisamos deles juntos. Vai ser… vão ser duas semanas e meia duras para eles, eu sei, como vão ser para nós, mas nós estamos cá e bem vivos.”
Arbitragem e resposta a Farioli: “Foi? Não, não houve nada, zero. Não tenho opinião. Acho que o clube, se quiser falar, o clube é que deve falar. Tenho de me concentrar naquilo que é importante para nós e para a equipa. Mas se o míster Farioli disse que não há coisas estranhas, há que acreditar.”
Contas do campeonato e desvantagem para o FC Porto: “Vai exigir aquilo que eu disse há pouco: crescermos. Estamos num processo de crescimento, temos de ganhar. Não andamos aqui a dizer que é só para crescer: estamos aqui para ganhar, estamos aqui com objetivos claros a nível interno e a nível internacional, e esse é o nosso objetivo. As narrativas que irão ser criadas não são problema para nós. Nós não as controlamos e não queremos isso. Analisem: analisem o jogo, analisem a época até agora, analisem os cinco pontos atrás – não há problema absolutamente nenhum. Nós temos de nos focar nós, os nossos adeptos. É importante que também se foquem naquilo que é importante para nós. Importam-me a mim as coisas que temos de melhorar. As outras coisas que não controlamos, que vão ser essas narrativas todas e tudo o que aconteceu no jogo aqui, nós não… não vale a pena falarmos.”
Reação após intervalo dá golo mas mata resultado: “Nós estávamos a perder e nós falámos. Muitas vezes, quando se está a perder com dez, não soa muito bem, mas era importante para nós não sofrermos mais golos na segunda parte. Era fundamental. Eu sabia – e disse aos jogadores ao intervalo – que nós íamos marcar, que nós íamos criar. E nós criámos: não só a oportunidade em que fizemos golo, mas criámos mesmo na segunda parte, mesmo com dez. Agora, nós temos é que ser mais maduros. Acabámos de marcar um golo, estamos com posse naquele momento… No momento antes do golo que concedemos, estamos com posse, o FC Porto nem pressionava, o FC Porto não nos conseguia pressionar mesmo com dez, e nós acabámos mesmo… os nossos centrais sem oposição praticamente fazemos uma variação do centro de jogo que não faz muito sentido para nós fazer naquele momento. Temos é que acalmar o jogo, ter a capacidade de acalmar o jogo. E todos estes pequenos detalhes, em alguns momentos a forma como defendemos também a área, são momentos em que nós temos de crescer e temos de ganhar a maturidade suficiente para seguir o caminho que temos de seguir e sermos cada vez mais fortes. Porque perdemos… nós perdemos o jogo esta noite. Mas temos que reagir forte. Infelizmente para nós e para os nossos adeptos, vem uma paragem longa. Já sei qual vai ser a narrativa, mas nós estamos muito focados. Estamos focados, agradecer-lhes o apoio não só esta noite, agradecer-lhes o apoio quer ontem no hotel, quer à saída do hotel hoje também. E precisamos deles, precisamos deles juntos. Vai ser… vão ser duas semanas e meia duras para eles, eu sei, como vão ser para nós, mas nós estamos cá e bem vivos.”
Arbitragem e resposta a Farioli: “Foi? Não, não houve nada, zero. Não tenho opinião. Acho que o clube, se quiser falar, o clube é que deve falar. Tenho de me concentrar naquilo que é importante para nós e para a equipa. Mas se o míster Farioli disse que não há coisas estranhas, há que acreditar.”
Contas do campeonato e desvantagem para o FC Porto: “Vai exigir aquilo que eu disse há pouco: crescermos. Estamos num processo de crescimento, temos de ganhar. Não andamos aqui a dizer que é só para crescer: estamos aqui para ganhar, estamos aqui com objetivos claros a nível interno e a nível internacional, e esse é o nosso objetivo. As narrativas que irão ser criadas não são problema para nós. Nós não as controlamos e não queremos isso. Analisem: analisem o jogo, analisem a época até agora, analisem os cinco pontos atrás – não há problema absolutamente nenhum. Nós temos de nos focar nós, os nossos adeptos. É importante que também se foquem naquilo que é importante para nós. Importam-me a mim as coisas que temos de melhorar. As outras coisas que não controlamos, que vão ser essas narrativas todas e tudo o que aconteceu no jogo aqui, nós não… não vale a pena falarmos.”






