
AFIFA anunciou, em forma de comunicado emitido através das plataformas oficiais, na madrugada de segunda para terça-feira, que Ismail Elfath é o homem nomeado para apitar a segunda meia final do Campeonato do Mundo, que irá colocar, frente a frente, Inglaterra e Argentina.
O árbitro norte-americano terá como assistentes os compatriotas Corey Parker e Kyle Atkins, numa partida que tem apito inicial agendado para as 20h00 (hora de Portugal Continental) da próxima quarta-feira, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, no estado norte-americano da Geórgia. Maurizio Mariani será o quarto árbitro, e o também italiano Daniele Bindoni o árbitro assistente de reserva.
A outra meia final, recorde-se, terá lugar já esta terça-feira, às 20h00, no AT&T Stadoum, em Arlington, no Texas, entre França e Espanha. Neste caso, o juiz será o hondurenho Ivan Bartoni, os assistentes David Moran e Antonio Pupiro, o quarto árbitro o sueco Glenn Nyberg, e o árbitro assistente de reserva Mahbod Beigi.
Os vencedores irão disputar a tão aguardada final do Mundial às 20h00 de domingo, no MetLife Stadium, em East Rutherfort, New Jersey. Antes disso, às 22h00 de sábado, o Hard Rock Stadium, em Miami, na Flórida, irá receber o embate de atribuição dos terceiro e quarto lugares, entre os derrotado
Talismã’ para Messi?
Assim que a decisão de nomear Ismail Elfath para o Inglaterra-Argentina foi tornada pública, multiplicaram-se, nas redes sociais, teorias a propósito dos reais motivos da mesma, dando conta do historial positivo que o próprio tem com… Lionel Messi, que remonta já ao passado Campeonato do Mundo, em 2022, no Qatar.
O norte-americano de origem marroquina atuou enquanto quarto árbitro na ‘escaldante’ final desse Mundial (o juiz principal foi o polaco Szymon Marciniak), realizada no Lusail Iconic Stadium, que culminou com a vitória, precisamente, da Argentina sobre França, no desempate por grandes penalidades.
Menos de um ano depois (mais concretamente, a 20 de agosto de 2023), Ismail Elfath e Lionel Messi voltaram a cruzar-se, desta feita, no Geodis Park, em Nashville, no Tennessee, onde o Inter Miami levou a melhor sobre o Nashville SC, também no ‘tira-teimas’ a partir da marca dos 11 metros, que decidiu a final da Taça das Ligas.
Ismail Elfath esteve, assim, presente no primeiro Campeonato do Mundo da carreira de Lionel Messi e no seu primeiro título com a camisola do Inter Mami. Uma circunstância que está a dar que falar, juntamente com o facto de o primeiro estar filiado à MLS… ou seja, o campeonato no qual o segundo atua.
Ismail Elfath no ‘olho do furacão’
Este é já o quarto jogo que Ismail Elfath irá apitar, no Mundial2026, depois de ter estado presente no empate a duas bolas entre Países Baixos e Japão, na vitória de Espanha sobre o Uruguai, por 0-1, (ambos a contar para a fase de grupos) e no triunfo da Noruega sobre o Brasil, por 1-2 (já nos oitavos de final).
Se o Países Baixos-Japão foi relativamente tranquilo, o mesmo não se pode dizer dos outros dois. No Uruguai-Espanha, Luis de la Fuente acusou-o de compactuar com a agressividade adversária, e, no Noruega-Brasil, foi visado por ter necessitado da ajuda do VAR para assinalar uma grande penalidade por falta sobre Matheus Cunha.






